segunda-feira, 1 de junho de 2015

Observe se você não está comendo o biscoito do outro



              Certo dia uma jovem estava na sala de embarque no aeroporto,á espera de seu vôo. Enquanto esperava, comprou um livro e um pacote de biscoito. Sentou-se numa poltrona para descansar e ler em paz. Ao lado dela sentou-se um homem.

            Quando ela pegou o primeiro biscoito, o homem também pegou um. Ela ficou indignada, mas não disse nada. Pensou consigo mesma: ''Mas que ''cara de pau''! Se eu estivesse mais disposta,seria capaz até de lhe dar uma bela lição para que ele nunca mais esquecesse...

            A cada biscoito que ela pegava,  o homem também pegava um. Ela ficou muito enfurecida, a tal ponto que não conseguia reagir. Restava apenas um biscoito e ela pensou: ''O que será que esse abusado vai fazer agora?''

             Então o homem dividiu o biscoito ao meio, deixando a outra metade pra ela. Foi o máximo para ela, já chegara ao auge da sua raiva. Pegou o seu livro e as suas coisas e dirigiu-se ao avião.


            Quando se sentou confortavelmente, para sua surpresa, constatou que seu pacote de biscoito estava intacto dentro de sua bolsa. Sentiu muita vergonha, pois quem estava errada era ela e já não havia mais tempo para pedir desculpas. O homem dividira seu biscoito sem qualquer problema,ao passo que isso a deixara muito transtornada.

            Você respeita o limite do outro ou invade seu espaço sem se dar conta disso? Observe se o seu biscoito que está comendo atualmente é do seu próprio pacote.Cuidado: você pode está comendo um biscoito que não seja do seu pacote!
           
            Muitas vezes na família, no trabalho ,na comunidade...invadimos o espaço do outro, achando que é nosso espaço, e nem nos damos conta disso.
Nesse momento dê uma olhadinha no seu pacote de biscoito e busque ter a certeza se ele lhe pertence mesmo


Tudo Depende Da Maneira De Falar




.              Certa vez, um rei sonhou que havia perdido todos os dentes, Logo que despertou, mandou chamar um adivinho para que interpretasse seu sonho
.
         - Que desgraça, senhor! - exclamou o adivinho. - Cada dente caído representa a perda de um parente de Vossa Majestade.

         - Mas que atrevimento! - gritou o rei, enfurecido. - Como te atreves a dizer-me semelhante coisa? Fora daqui!

         Chamou os guardas e ordenou que lhe dessem cem açoiles.  Mandou que trouxessem outro adivinho e contou-lhe sobre o sonho. Este, após ouvir o rei com atenção, disse-lhe:

         - Senhor, grande felicidade vos está reservada! O sonho signifIca que haveis de sobreviver a todos os vossos parentes.

         A fisionomia do rei iluminou-se num sorriso, e ele mandou dar cem moedas de ouro ao segundo adivinho. Quando este saía do palácio, um dos cortesãos lhe disse admirado:

         - Não é possível! A interpretação que você fez foi a mesma que o seu colega havia feito. Não entendo por que ao primeiro ele pagou com cem açoites e a você com cem moedas de ouro.

         - Lembra-te, meu amigo - respondeu o adivinho -, que tudo depende da maneira como se diz alguma coisa ...

         Uma mesma verdade pode ser aceita ou não, dependendo apenas da maneira como é dita.

Não deixe para amanhã o que pode fazer hoje



Três homens ficaram bloqueados numa caverna por uma avalanche de neve. Teriam que esperar até o amanhecer para receber socorro. Cada um deles trazia um pouco de lenha e havia uma pequena fogueira ao redor da qual se aqueciam. Se o fogo apagasse, eles sabiam que todos morreriam de frio antes que o dia amanhecesse. Chegou a hora de cada um colocar sua lenha na fogueira. Era a única maneira de sobreviver.

         O primeiro homem era um rico avarento. Olhou para seus companheiros e pensou: ”Eu… dar minha lenha para aquecer esses preguiçosos?! Esta lenha para mim tem muito valor e pode me gerar lucros.” E, pensando assim, não colocou sua lenha.

         O segundo era um homem da montanha e conhecia mais que os outros os caminhos, os perigos e o segredos da neve. Na hora de colocar sua lenha, pensou: “Essa nevasca pode durar vários dias, e eu vou guardar minha lenha, pois posso precisar dela.” E, pensando assim, também não colocou sua lenha.

         O terceiro homem era um trabalhador: tinha as mãos calejadas, sinal da sua vida dura de trabalho. E, na hora de colocar sua lenha, pensou: “Essa lenha é minha, custou o meu trabalho e não darei a ninguém nem sequer um graveto dela”.

         Guiados por esses pensamentos, os três homens permaneceram imóveis diante da última brasa da fogueira… que se apagou.

         No dia seguinte, quando o socorro chegou, os três estavam mortos e congelados, cada um com um feixe de lenha nas mãos.

         O chefe da equipe de resgate comentou:

          - O frio que os matou não foi o frio da neve, mas o frio dos seus corações.

         Às vezes o medo de que alguma coisa venha a nos faltar no futuro impede-nos de partilhar no presente o que temos. Assim acumulamos bens que de repente nem usamos e até nos prejudicam. E acabam faltando não só para o outro como para nós também.


          Não deixe para amanhã o que você pode viver hoje. Talvez possa ser tarde demais…

sábado, 30 de maio de 2015

Suba Ao Ponto Mais Alto Da Montanha



         Fazia muito tempo que uma tribo de índios vivia numa vasta região rica de vegetação e se instalara junto a uma alta montanha. Um dia o chefe da tribo adoeceu e, ao perceber que lhe restava pouco tempo de vida, chamou seus três filhos e disse-lhes:

         - Já não vou durar muito e um de vocês será meu sucessor. Percorram a região, subam as montanhas, atravessem os rios... Será o meu sucessor aquele entre vocês que me presentear de modo mais original.

         Partiram os três filhos. Cada um esperava encontrar algo especial que pudesse surpreender o pai.

         Tempos depois regressou o primeiro. Em suas mãos trazia uma flor, rara e preciosa, nunca vista naquela região.

          O segundo entregou ao pai uma linda pedra, parecia especial, com sua superfície lisa e redonda, como que polida através do tempo. Depois veio o terceiro. Suas mãos estavam vazias, mas seus olhos brilhavam quando relatou que subira ao ponto mais alto das montanhas e descobrira, do outro lado dela, uma região maravilhosa, com vales e campinas verdes e lagos cristalinos. E, cheio de entusiasmo, exclamou
:
         - Se nós nos mudarmos para lá com a nossa tribo, nossa vida com certeza será muito melhorl

         - Você será o meu sucessor, o chefe da tribo - disse seu pai, revelando na voz fraca um sentimento de esperança -, porque me trouxe como presente a visão de um futuro melhor.


         Pois é, mesmo que a subida da sua montanha seja difícil, lembre-se de que, lá no alto, haverá sempre uma bela visão para um futuro melhor.

Seja sempre agradecido



         Após um naufrágio, o único sobrevivente agradeceu a Deus  por estar vivo e ter conseguido agarrar-se aos  destroços para poder ficar boiando.  Ele único foi parar em uma  ilha desabitada, fora de qualquer rota de navegação, e novamente agradeceu a Deus por isso. Embora com muita dificuldade  utilizando os  restos dos destroços,ele conseguiu construir um pequeno abrigo para se proteger do sol, da chuva,  de animais e   para guardar seus poucos pertences, em seguida  como  sempre agradeceu Deus. Nos dias seguintes, a cada alimento que conseguia caçar ou colher,  ele agradecia.

         Um dia, quando voltava da busca por alimentos, ele encontrou o seu abrigo em chamas, envolto em altas nuvens de fumaça. Terrivelmente revoltado pôs-se a gritar chorando,

         - O pior aconteceu ! Agora  perdi tudo!   Deus, por que fizeste isso comigo ?

         Chorou tanto que profundamente cansado acabou adormecendo.
         No dia seguinte, bem cedo, foi despertado pelo som de um navio, que se aproximava
         -  Viemos resgatá-lo -  disseram s que chegaram a ilha.
         - Mas como souberam que eu estava aqui? – perguntou.
         - Nós vimos o seu sinal de fumaça!


         Se algum dia o seu  abrigo estiver em chamas, não se desespere: esse pode ser o sinal de fumaça que fará chegar até você a solução do seu problema Seja, portanto, agradecido para que a graça possa acontecer na sua vida.

Não espere ajuda de fora Faça você mesmo


         Um cavalo caiu no fundo de um poço. Seu dono, um fazendeiro, vendo a impossibilidade de retirá-lo de lá, ordenou aos seus empregados que jogassem terra no poço para enterrar o cavalo de vez e acabar com o seu sofrimento.

         Assim foi feito.  Os empregados começaram a jogar terra para dentro do buraco, de forma a cobrir o cavalo. Mas, à medida que ela caia em seu dorso, o animal a sacudia e  a terra ia se acumulando no fundo, possibilitando ao cavalo ir subindo. Logo os homens perceberam que o cavalo não se deixava enterrar, pelo contrário, ia subindo à medida que a terra enchia o poço, até que finalmente conseguiu sair.

         Ao saber do caso, o fazendeiro ficou muito satisfeito, e o cavalo viveu ainda muitos anos em sua companhia.

         Em nossa vida existem situações nas quais nos sentimos como esse cavalo, no fundo do poço. Tudo vai depender de não nos deixamos vencer, lutando para sair da dificuldade


         Lembre-se; quando você estiver no fundo do poço, a maior força e ajuda de que necessita estão dentro de si mesmo. Use-as com sabedoria

Aprofunde suas raízes



             Existia um médico cujo hobby era plantar árvores no enorme quintal de sua casa. O que mais chamava a atenção era o fato de que ele jamais regava as mudas que plantava, e as árvores demoravam muito a crescer. Certo dia seu vizinho perguntou-lhe por que não regava as mudas para que elas crescessem mais rapidamente. Então ele expôs sua interessante teoria.

         Disse que, se regasse suas plantas, as raízes se acomodariam na superfície e ficariam sempre esperando pela água mais fácil, vinda de cima. Como ele não as regava, as árvores demorariam mais para crescer, mas suas raízes tenderiam a migrar para o fundo, em busca da água e das várias fontes de nutrientes encontradas nas camadas mais inferiores do solo. Assim, segundo ele, as árvores teriam raízes mais profundas e seriam mais resistentes nas tempestades.

         Depois dessa conversa, seu vizinho mudou-se e passou alguns anos fora. Ao retornar, notou que na casa do médico havia um lindo bosque. Fazia um vento muito forte e gelado. As árvores da rua estavam arqueadas ao rigor da ventania. Entretanto no quintal do médico as árvores estavam sólidas, praticamente não se moviam,resistindo implacávelmente àquela tormenta.

        Muitas vezes diante de um problema ou situação difícil ficamos esperando a solução vir do lado de fora e nada fazemos para que as coisas sejam diferentes. Deixamos de ir buscar a solução dentro de nós, não usamos nossa força interior que é a capacidade que temos de ser maiores que os problemas.  

         Coragem! Você pode ir buscar essa força dentro de você! Aprofunde, a partir de agora, as suas raízes e busque essa água na profundidade do solo. Não espere mais que alguém venha regar o seu jardim

         Segure nas mãos de Deus e supere as tempestades da vida.